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domingo, 16 de dezembro de 2012

Queijadas Donas Amélias e um convite para jantar


A Marmita é a anfitriã da 9.ª edição do passatempo "Convidei para jantar" da Ana e desta vez ela teve uma escolha muito original. Desafiou-nos a convidar um país ou uma cidade que nos toque nos coração. Pois bem, entre as cidades que sonho vir um dia a conhecer e as que já conheço só uma enche o me toca o coração. Não querendo ser facciosa nem mar interpretada não fugi de casa e apresento-vos a minha escolha... Angra do Heroísmo  cidade classificada de Património Mundial pela UNESCO.

Imagem retirada da net. 
Imagem retirada da net.

Cidade cheia de história que teve um papel importante na altura dos descobrimentos. Cidade cheia  luminosidade e cor banhada por um mar azul e translúcido. Cidade que alberga barcos e barquinhos de todo o mundo. Cidade onde reis, rainhas e piratas pisaram suas elegantes calçadas. Cidade com uma gastronomia rica que conquista todos que por cá passam. Cidade que me viu crescer e a primeira que me fez ter saudades. Cidade que me chamava todos os anos quando vivia longe e que me fazia crer que valia a pena regressar.


E como "nós" (eu e cidade) já conhecemos a deliciosa especialidade da nossa gastronomia, convidamos todos aqueles que não conhecem a experimentarem-na. É algo de extraordinário degustar uma delicada queijada com um café ou simplesmente saboreá-la.


Ingredientes:

500 gramas de açúcar
9 gemas de ovos
4 claras (batidas em neve)
200 gramas de manteiga (derretida e fria)
200 gramas de farinha de milho (o mais peneirada possível)
1 colher (de sopa) de canela em pó
6 colheres (de sopa) de mel de cana
100 gramas de passas
50 gramas de cidrão (picado muito fino)
raspa de 1 limão pequeno
1 pitada de sal
1 colher (de café) de noz moscada

Fiz assim:

Bate-se o açúcar com as gemas até formar uma massa presa, juntando-se depois a canela, as passas, o cidrão, a noz moscada, a raspa de limão e o sal.

Bate-se mais algum tempo, e quando estiver bem ligado, junta-se a manteiga derretida e fria, de seguida, as claras batidas em neve, e por último, a farinha e o mel.

Sempre que se junta qualquer dos ingredientes mencionados, bate-se a massa a fim de os ligar.

Vaza-se a massa em pequenas formas (untadas e polvilhadas) e vão ao forno , não muito quente, em tabuleiros.

Quando cozidos, retiram-se das formas e polvilham-se com açúcar refinado.

Esta é a receita original, que foi preparada e oferecida pelas senhoras de Angra do Heroísmo à Rainha D. Amélia de Orleans e Bragança em 1901 durante a sua Visita Régia. Fiz metade da receita e deram 24 queijadinhas. Estas queijadas teem a perticularidade de ficarem mais saborosas quanto mais velhas ficarem. Já as fiz à 2 semanas e estão uma delícia :)
Fonte: Blogue Delícias e Companhia da minha amiga Manuela . Também podem ver a receita no blogue da Patrícia e da Elvira, todas minhas vizinhas ;)
E é esta a minha humilde participação, que quase não chegava a tempo :)

Espero que gostem e voltem sempre.

Beijinhos


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Perrexil uma colheita inesperada



Num dos passeios que dei nas férias com os meus tios fomos visitar a caldeira das Lajes e as suas novas piscinas, que é um lugar muito acolhedor e sossegado para quem gosta de usufruir de piscina. Confesso que gosto de piscina, mas é no caso de ser impossível usufruir do mar, que adoro. Este ano foi um ano de águas quentes deliciosas para passar muitas horas dentro dela. Por outro lado houve o inconveniente das águas vivas que também gostem do mesmo. Principalmente as praias viradas a norte da ilha. Mas como moro para sul sempre tive mais sorte:). As Lajes é uma freguesia que fica a norte, não tem praias devido à sua fisionomia, grandes rochas e altas, impossível de haver praias para banhos. Estas piscinas vieram beneficiar os habitantes da freguesia e não só que gostam de piscina e sempre é uma alternativa à praia de areia como são as da Praia da Vitória.
Com isso quero dizer que mesmo afastada do blogue, a minha vontade de inovar e experimentar sabores e produtos novos nunca me abandonou. E lá sentada num muro à beira da Caldeira a saborear um gelado (que foi novidade para mim, mas doce demais:) e a contemplar a belíssima vista para o mar que reparei que nas rochas havia plantas e flores.
 E curiosa aventurei-me rochas fora para explorar tal existência. Deparei-me com imensas quantidades de perrexil. Como estava com vontade de experimentar fazer a conserva desta planta depois de a ter saboreado como entrada no restaurante da Quinta do Martelo*  e que gostei particularmente do seu sabor perfumado. Não resisti e colhi um raminho para me aventurar nessa conserva.
E lá fui toda contente para casa com todo o cuidado com o meu perrexil para que nada de mal lhe acontecesse:).

Sem pensar muito levei para a mesa uma colher de sal marinho, vinagre de vinho branco e um frasco esterilizado.


Depois de lavar o perrexil deitei-lhe no frasco bem acondicionado. Deitei o sal e cobri com vinagre. Fechei a tampa e deitei o frasco em cima do frigorífico.


Esperei ansiosamente que depressa passá-se 2 semanas... e aqui está ele pronto a ser consumido.
Já experimentei com curtume como entrada e a acompanhar peixe assado... uma delícia.
Se não fosse este temporal que está por aqui que trouxe com ele fortes chuvadas, já tinha ido colher mais algum para fazer mais um frasquinho. É que este que aqui está já não se encontra assim ;)
*(restaurante típico da ilha que é lindo decorado à moda antiga com objetos que não via à anos. Com uma taberna, uma mercearia, uma cozinha e uma casa de banho "retrete" como chamavam, tudo como antigamente).
Patrícia  já tem no seu blogue e ao que parece já quase é negociadora do produto ;) O que é isso amiga?! Brincadeirinha :):):)
Espero que gostem da sugestão.
Beijinhos e até breve.

sábado, 15 de setembro de 2012

E assim regresso... com uma courgette recheada na bandeja


Terminaram!
Sim, as férias acabaram e a vontade de regressar à rotina é pouca. Pela primeira vez em quase 3 anos tirei férias da rotina por completo. Horários. Costumes. Manias. Obrigações. Computador. Net. Blogue! Sim, consegui resistir à vontade de cá vir e ver o que por cá se passava. Não vou dizer que me arrependo. Não. Porque até soube bem. Estas férias foram diferentes das outras. Esta última parte das férias passei-as cá na ilha. Tenho convidados cá em casa a passar férias, por isso aproveitei para lhes mostrar os recantos da ilha e ao mesmo tempo aproveitar e deliciar-me com paisagens que já não apreciava à já algum tempo. Passeei. Visitei monumentos. Assisti a festas tradicionais (ouvi muitas cantorias tradicionais, coisa que não gostava e até aprendi a gostar). Fiz praia. Cozinhei. Vi a minha horta a crescer e colhi os produtos fruto do trabalho e carinho do meu marido.
Saboreei tudo o quanto pude com toda a intensidade, pois sabia que tudo iria terminar num piscar de olhos.
Deixo algumas imagens que captei nestes dias de ausência e assim esperar que me perdoem ;)



 




















Ingredientes:

2 courgettes grandes
Azeite q.b.
1 kg de carne de bovino moída
1 cebola nova grande
1 cebolinha de rama
5 dentes de alho
1 talo de aipo
2 c. de sobremesa de massa de malagueta
1 c. de sopa de molho inglês
1 lata de tomate em pedaços média
Sal q.b.
1 molho de mangericão/basílico
Queijo da ilha ralado q.b.

Fiz assim:

Num tacho largo deitei azeite até cobrir o fundo e aqueci. Deitei a carne moída e com a ajuda de uma colher de celicone fui mexendo até a carne ficar toda descolada. Quando deixou de se ver a carne vermelha (crua) juntei as cebolas, os dentes de alho e o aipo picados. Envolvi bem e deixei apurar. Temperei com o molho inglês e o sal e adicionei o tomate. mexi e deixei apurar um pouco mexendo de vez em quando. Entretanto cortei as courgettes longitudinalmente (ao comprido) e temperei com sal. Depois de recheei com a carne moída. Cobri com queijo da ilha ralado (cuidado que o queijo tem sal e um sabor acentuado quem não gostar pode substituir por queijo musarella) e levei ao forno quente a assar mais ou menos por uma hora.
Servi com salada de alface e beterraba (tudo da minha hortinha ;).





 
Espero que gostem da sugestão.
 
Beijinhos e até já.
 
P.S- Agradeço quem se preocupou comigo, mandando-me mensagens sem resposta, mas decidi assim. Agora volto devagar. Ainda com a cabeça nas férias e a precisar de descanço.
Porque é que precisamos de descanço quando as férias terminam?! :) Vai-se lá saber porquê! :)

terça-feira, 10 de abril de 2012

Visita à Quinta do Galo e um bolo de espinafres da minha horta :)

Domingo à tarde fui visitar a Quinta da Galo a convite do senhor Luís Silva e pelo senhor José Nogueira o proprietário para me entrevistarem sobre o meu blogue. Fui recebida por um caloroso "seja muito bem vinda" como já é característico do povo da ilha Terceira. Gentes que sabem receber bem:)Pessoas muito simpáticas que me mostraram e apresentaram todos os recantos, história e habitantes da quinta do galo. Trata-se de uma quinta pedagógica que tem muitas atividades lúdicas para as crianças e adolescentes. Teem a possibilidade de ver por perto o habitat natural dos animais domésticos. Oferecem espaços graciosos e organizados que retratam as vivências dos nossos avós. Para além disso oferece um grande espaço coberto para cerimónias de casamentos, batizados ou festas de aniversário. Disponibilizam também de uma lindíssima e acolhedora ermida para quem desejar fazer uma cerimónia mais privada.
Ao visitar a quinta dei por mim a lembrar-me da minha avó a lavar as tripas do porco da matança para fazer as linguiças e morcelas de sangue. Recordei-me das galinhas que ela punha a chocar os ovos em caixas de madeiras forradas com folhas de milho de modo a fazer uma espécie de encobadora. Tudo isso foi real durante um par de horas que passei naquela quinta.
É claro que fiquei muito contente com o acolhimento que me deram, mas acima de tudo fiquei muito mais rica em conhecimento e sabedoria. E nas mãos (além da máquina fotográfica :) um bolo de espinafres para lhes oferecer e mostrar que das hortaliças da horta não saem só sopas e legumes cozidos e salteados ;). A entrevista vai ser divulgada na página do face book da Quinta Do Galo.









Alguns residentes da quinta

E o bolo que levei.





Foto do interior do bolo tirada na quinta gentilmente cedida pelo Luís Silva.

Ingredientes:

3 ovos
1 chávena e meia de chá de açúcar (usei amarelo peneirado)
1 colher de chá de essência de amêndoa
250 g de folhas de espinafres frescas, limpas e sem os talos
1/2 chávena de chá de azeite
2 colheres de sopa de sumo de limão
2 chávenas de chá de farinha com fermento peneirada
1/2 colher de chá de fermento para bolos
1 c. de chá de erva doce moída

Coberta

1 cx de leite de côco
1 tablete de chocolate de culinária
1 c. de sopa manteiga vegetal

Coco ralado (esse coco compro-o na loja americana) salteado na frigideira

Fiz assim:

Comecei por triturar as folhas de espinafre na bimby  (pode ser numa liquidificadora) até terem a consistência de puré.
Inseri a borboleta na lamina e  adicionei os ovos, o açúcar, o azeite, a essência de amêndoa, o sumo de limão e um pouco de erva doce, e envolvi na velocidade 4. Depois desta mistura estar bem incorporada acrescentei a farinha peneirada e o fermento . Foi ao forno a 180º em forma redonda untada e forrada com papel vegetal e depois untada com manteiga e polvilhada com farinha, durante 30 a 40 minutos. Fiz o teste do palito.

Para a cobertura levei o leite de coco, a manteiga e o chocolate partido aos pedaços  ao lume em banho maria. Até  levantar fervura e começar a ficar espesso  e fazer o ponto estrada. Depois do bolo frio forrei-o com o ganache e decorei com o côco torrado.

 
Receita adaptada do excelente blogue pedra do lar.

Espero que gostem da sugestão.

Beijinhos



quarta-feira, 21 de março de 2012

Uma viagem ao desconhecido e um sabor exótico (bifes de frango com côco)

Ando numa de aventureira. Não sei se vos conto. Se calhar vão-se rir :) Mas conto na mesma. No passado fim de semana fui explorar alguns sítios desconhecidos da ilha com o meu marido. Agora deu-nos para isso, parecemos uns meninos escuteiros de mochila às costas a desbravar caminhos desconhecidos. Subi montes e desci vales. Saltei paredes e rebolei por baixo de arame farpado. Descobri paisagens lindas que antes nunca tinha visto. Arranhei-me, suei, e tremi de frio. Mas gostei, muito mesmo, tanto que já está planeado novo trajeto para o próximo fim de semana. Não sei se vou aguentar, pois fiquei toda dorida até hoje :) Mas a paz que senti entre o verde dos campos e azul do céu compensou todo aquele esforço. E mesmo depois de ter ficado cheia de dores musculares, fiquei capaz de repetir a dose. Adorei.



Na bagagem trouxe hortelã pimenta, ou como se diz por aqui, erva neve, que com ela aromatizei esse prato que ficou bem exótico. Com sabor a desconhecido.



Ingredientes:

4 bifes de frango
3 c. de sopa de azeite
1 cebola grande picada
2 dentes de alho
1 c. de chá de mostarda L'ancienne
1 c. de chá de pimentão doce
1 c. de sopa de mel
Sal marinho q.b.
Pimenta 5 bagas q.b.
5 cm de gengibre fresco (descascado, ralado e depois espremido, aproveito só o sumo)
1 caixa de leite de côco 200 ml
2 c. de sopa de côco ralado (usei do grado que comprei na loja americana)
1 c. de chá de folhas de hortelã pimenta picada (apanhei no mato)

Fiz assim:

Num tacho fiz um refogado leve com o azeite, a cebola e os alhos. Juntei os bifes de frango cortados às tiras (1 bife cortado em 3) temperei com os temperos e deixei tomar cor (até ficarem brancos como se estivessem cozidos). Adicionei o leite de côco, o côco e a hortelã, mexi e deixei apurar em lume brando durante uns 10 minutos mexendo ocasionalmente para não secar. Retifiquei os temperos e servi acompanhado de esparguete e ervilhas cozidas salteadas com alho.  


Espero que apreciem a sugestão.

Beijinhos

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Biscoitos de muesli com pepitas de amendoim depois de um fim-de-semana maravilhoso


Não sei o que se passa com o tempo aqui nos Açores, apesar de adorar, acho muito estranho. Janeiro costuma ser um mês de chuva e frio, mas o que temos tido são dias cheios de sol com temperaturas amenas chegam a atingir os 21º C. Não acham estranho?
A verdade é que de vez em quando chove de noite, muito pouco, mas mesmo assim as nossas paisagens estão verdejantes e coloridas e o mar parece azeite de tão calmo que está.
Ontem fui tirar umas fotos e confesso que quando cheguei à beira mar apeteceu-me mergulhar naquelas águas límpidas, azuis e calmas... havia pessoas a nadar, os chamados nadadores de todo o ano. O meu marido falou com um conhecido dele que disse-nos que a temperatura da água variava os 17ºC e os 18.ºC, magnífica quase o mesmo que fora de água. Cada vez mais me sinto feliz por pertencer a esse maravilhoso paraíso... Açores!



Vamos então à receita que se faz tarde;)
Fiz estes biscoitos pelo natal. Enchi um frasco com eles para servir sempre que alguém quisesse um cházinho. Apesar de terem um ar natalício, são ideais para essa estação do ano. Com um aromático chá ou até mesmo um copo de leite quente faz as delícias até daquele que não é muito guloso.


Ingredientes:

1 ovo
100 g de açúcar mascavado escuro
100 g de manteiga vegetal
250 g de farinha de trigo
150 g de muesli
70 g de passas de uva
60 g de pepitas de amendoim
1 c. de chá de melaço
1 c. de chá de fermento para bolos

Fiz assim:

No copo da bimby deitei o ovo, o açúcar, a manteiga e o melaço e bati durate 1 Min. Temp. 37º, Vel. 4.
Adicionei a farinha e o muesli e envolvi durante uns Segs. na Vel. 6 até ficar bem envolvido. Adicionei as pepitas e envolvi com  a ajuda da espátula.
Forrei um tabuleiro com papel vegetal e distribuí bolinhas de massa com a ajuda da colher de gelados. Levei ao forno quente até ficar com uma crosta crocante.
Estes biscoitos crescem um bocadinho, por isso aconselho a fazerem bolas mais pequenas. Fazendo e aprendendo!

Espero que gostem da sugestão.

Beijinhos


sábado, 21 de janeiro de 2012

Um dia Janeiro Primaveril e uma Pizza à Italiana


Um dia que amanhece assim só pode fazer as pessoas se sentirem felizes. Quem disse que é Janeiro!? Alguém se enganou no calendário!


O sol ainda não estava fora o já se previa um dia maravilhoso. Estas nuvens desvaneceram-se dando lugar a um céu de um azul intenso que alegra o coração. Pelo menos o meu, pois dias assim fazem-me feliz.
Hoje senti que foi um dia de primavera, mas um dia de primavera bastante quente. Pela manhã fui ao Mercado Duque de Bragança em Angra do Heroísmo comprar algumas hortaliças frescas e peixe. Já à bastante tempo que não ia lá, pois faço as minhas compras no continente e por vezes esqueço-me que tenho um mercado perto de casa, puro comodismo. Saí de óculos escuros e cheguei a casa com vontade de me despir e vestir roupa de verão, pois o calor apertou.
Como ando à descoberta de novos ingredientes e novas experiências, saí de lá desanimada. Não encontrei nada de novo que me despertá-se os sentidos. Contudo gostei do passeio, o dia estava lindo e apetecia andar ao ar livre. De tarde fui fazer a minha caminhada com o meu marido, por o tempo estar apelativo o trajeto foi mais longo. Andámos 8 km na estrada do mato a respirar ar puro e a apreciar a paisagem. Estou com as pernas doridas, mas feliz.
Sendo assim, aqui venho mostrar mais uma experiência que fiz com pesto que foi um sucesso cá em casa. Desta vez usei-o como base na pizza, que também dessa vez quis imitar as pizzas italianas fazendo-as baixinhas, macias e com as extremidades crocantes. Posso dizer que mais uma vez fiquei rendida.
Deixo-vos espreitar um bocadinho dela pois a restante receita encontra-se no meu outro blog Receitas ao Desafio.


Espero que gostem da sugestão.

Beijinhos




sábado, 16 de janeiro de 2010